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A Ação Humanitária foi criada com o objetivo de ser uma ferramenta de contribuição para a Fundação Rotária. Ao adquiri-la pelo valor de R$ 50,00, você contribui com a compra de 20 doses de vacinas, ajudando a luta do Rotary em erradicar a paralisia infantil do mundo.
Em contrapartida pela sua doação, um automóvel Chevrolet Ônix Básico 0 Km será sorteado no dia 22 de maio. Cada bilhete da Ação Humanitária dá direito a concorrer com 5 números pela Loteria Federal.
Os cupons que forem pagos até 30 de abril terão desconto de 5%, cujo valor poderá ser destinado ao vendedor ou ao Rotary Club.
Ressaltamos que a data limite para os depósitos e acertos finais, não será prorrogada, pois após a apuração do resultado, os valores líquidos serão depositados a Fundação Rotária em nome dos vendedores.Para receber os Prêmios o clube deverá estar em dia com suas obrigações financeiras perante o Rotary International e o Distrito, e cumprir com todas as solicitações.
Instalados nas entradas de Maringá (saídas para Campo Mourão, Marialva, Astorga e Nova Esperança) e na Praça Rotary Internacional (Antiga Praça 31 de Dezembro), próxima ao Restaurante Fim da Picada, os marcos rotários de Maringá foram idealizados no ano rotário 2004-05, do governador João Marin Mechia.
A criação do monumento foi do então acadêmico de Engenharia Civil da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Rafael Alves Pereira, após vencer um Concurso promovido pelo Distrito 4630 aos universitários dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil.
A construção dos marcos aconteceu com recursos angariados através de Bazares, realizados com produtos que foram apreendidos e cedidos pela Receita Federal. Rotarianos na época, colaboraram com a construção os engenheiros civis Adelson Luiz Klen, Gilnei Carneiro Bertoncin, Nivaldo Barbosa de Lima (governador 2008-09 e ainda rotariano do Rotary Club de Maringá-Horto) e o arquiteto Claudinei José Vecchi.
Hiroaki Kimura e Manoel Claudemir Terron Garcia foram os Coordenadores Distritais do governador 2004-05 João Marin Mechia. “Fui o Coordenador de todos os bazares. Realizamos quatro, eventos pela Associação de Rotarianos de Maringá”, relembra Kimura.
Segundo Marin, os Bazares aconteceram na Avenida Herval, entre a Avenida Brasil e a Avenida Tamandaré. “Aproveitamos também, além dos recursos destas vendas, dos restos de materiais doados por algumas Construtoras. A Prefeitura chegou a nos ceder um espaço para armazenarmos as matérias-primas”.
Em 23 de fevereiro de 2005, os marcos rotários foram inaugurados nas entradas de Maringá e no Distrito de Iguatemi, com a presença de alguns governadores, entre eles o saudoso Emílio Germani. O lema rotário do ano do centenário era “Celebremos Rotary”.
“Fizemos uma carreata pela Avenida Brasil até à Praça da Prefeitura, um verdadeiro buzinaço, com faixas. A fanfarra da APAE fez uma apresentação, a Associação de Senhoras de Rotarianos preparou um bolo de 100 kg para dar aos presentes e para as entidades parceiras dos clubes. Foi lindo, me emociono só de relembrar”, conta Marin.
Segundo ele, em 2005, existiam 38 distritos rotários no Brasil. “Fomos o único autorizado a fazer um Selo Comemorativo nos Correios. Nós fizemos um busto de Paul Harris, que anos depois foi doado para a Assembleia Legislativa do Paraná”.
De acordo com o governador 2004-05, um Coquetel na Casa da Amizade finalizou as comemorações pelos marcos rotários, construções que dá as boas-vindas ao rotariano visitante ou qualquer outra pessoa que esteja de passagem pela cidade.
O marco identifica a existência de rotarianos na cidade, costuma ser construído em local de grande visibilidade, na entrada principal da cidade ou em uma praça de grande circulação.
Larissa Nakao - Comunicação Corporativa
Segundo o imaginário popular, há três tipos de mentiras: as mentiras, as mentiras sagradas e as estatísticas. Sobre o DQA, pairam dúvidas na mente de alguns se estávamos crescendo ou reduzindo. Mas os números que apresentarei não deixam dúvida: o Rotary está diminuindo, pelo menos na América do Sul. E a pandemia pode ser apenas o pretexto de uma tendência anterior, que o coronavírus apenas alavancou. Regiões crescentes antes da pandemia mantém o comportamento, assim como as decrescentes.
Não quero enfatizar o copo meio vazio, mas o meio cheio. E que ainda temos tempo suficiente para reagir, nas zonas 23 e 24. A estatística não pode ser razão para acomodação, mas sim um diagnóstico, para orientar implementação de políticas de crescimento. Temos líderes capazes, um time treinado e motivado, com metas e objetivos claros. Agora é partir para a ação.
No mundo: em 1 de julho de 2019, quando assumi a diretoria, o Rotary contava com 1.189.466 colaboradores. Um ano depois, com 1.174.890, um decréscimo de quase 15 mil rotarianos globalmente. Em 31 de janeiro de 2021, somos 1.180.108, portanto pouco mais de 5 mil positivos. Praticamente um empate, que mostra a resiliência dos rotarianos, privados de reuniões presenciais, mas ainda assim conectados à instituição;
Na Índia, zonas 4,5,6 e 7: no início da gestão 2019 eram 152.366 rotarianos; um ano depois, 155.230, um crescimento de 2.864 sócios. Em 31 de janeiro passado, 160.873 membros. Portanto, desde julho de 2019, as quatro zonas do sudeste asiático aumentaram em 8.507 associados. O Brasil e a América do Sul devem descobrir o segredo do crescimento sustentado e longevo do quadro associativo na Índia, uma inspiração para o mundo;
Na Coréia, zonas 11 e 12: começo de 2019 ( julho), 60.472 rotarianos. Um ano depois, 60.225, uma perda de 247 associados. 31 de janeiro traz o número de 64.841 sócios, um ganho superior à perda do ano passado e com um acréscimo líquido de 4.369 sócios desde 1 de julho de 2019. O corona lá teve efeito contrário: aumentou o quadro associativo, como na Índia. O Oriente vai dominar o Rotary em poucos anos;
Zonas 25 a 34: compreendem a América do Norte e Central, além do norte da América do Sul: iniciaram julho de 2019 com 355.326 rotarianos. Em julho de 2020 eram 342.979, e em 31 de janeiro de 2021 foram contabilizados 335.531 sócios, uma perda líquida de 19.795 rotarianos desde o começo de nossa gestão 2019-2021. Como ocorre com a emergência de potências asiáticas, concomitante ao declínio dos EUA no cenário global, o Rotary também reflete essa trajetória. Isso porque o Rotary mal arranhou a China comunista, que coloca óbices inaceitáveis aos valores rotários;
Zonas 23 e 24: Brasil e América do Sul espanhola; Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Bolívia, Peru, Equador: a zona 23 B começou julho de 2019 com 20.952 rotarianos, baixando a 20.519 um ano depois. Em 31 de janeiro passado apresentou 20.828 associados, uma pequena perda de 124 neste período de 19 meses. As zonas 24 A, 23 A e 24 B, constituindo o Brasil, tiveram o seguinte desempenho: julho de 2019 com 51.926 rotarianos, contando 52.328 um ano depois. Mas o número surpreendente foi divulgado agora, 31 de janeiro: 51.269 associados, uma queda de 657 associados desde o início do biênio 2019-2021.
Os dados foram fornecidos dia 8 de fevereiro, de autoria do Membership Committee. Salvo inconsistências estatísticas, apresentam um quadro de desafio significativo para a gestão: teremos que recuperar quase 800 sócios na América do Sul para voltarmos aos níveis do início da gestão. Um desempenho longe do asiático, mas pelo menos superior aos norte-americanos.
Perfeitamente factível, 18 companheiros para cada um dos 45 distritos das duas zonas.
Talvez o melhor desafio seja aquele proposto pelo presidente eleito Shekhar Mehta na assembleia internacional virtual: Cada um traz um. Já estou trabalhando para trazer o meu novo companheiro, quiçá nova companheira. E você?
Paul Harris, Gustavus Loehr, Silvester Schiele e Hiram E. Shorey se reuniram no escritório de Loehr para a ocasião que ficaria conhecida como a primeira reunião de Rotary Club, dando origem, em 23 de fevereiro de 1905, à maior organização de prestação de serviços humanitários.
Nestes 116 anos, podemos comemorar uma série de conquistas, sendo a principal a redução de 99% do número global de casos de pólio, através do Programa Pólio Plus, iniciado na década de 80. A causa que começou em 1979, com a vacinação de seis milhões de crianças nas Filipinas, tem hoje apenas o Afeganistão e Paquistão como únicos países onde a doença continua endêmica.
Nossos parabéns ao Distrito 4630 pelas ações concretizadas!
O eletricista Thiago Martinelli, 33 anos, é mais um exemplo de que, independente do tamanho da empresa, para vincular sua marca com o Rotary, basta o empresário ter a vontade de praticar a Responsabilidade Social em sua comunidade.
Há três anos a Martinelli Energia Solar atende Jandaia do Sul e todo o Vale do Ivaí, especializando-se em energia fotovoltaica. “A energia solar fotovoltaica se refere à energia elétrica gerada pela radiação solar. Além da sustentabilidade, a procura por essa tecnologia visa, primeiramente, na redução da conta de energia. A maioria dos clientes buscam esse objetivo como prioridade, como também se preocupam em investir em fontes de geração de energia alternativas, que não de dependam da queima de combustíveis fósseis”, explica o eletricista.
De acordo com Martinelli, a redução do valor da conta de energia de uma residência, de um espaço comercial e de instalações rurais varia de 80 a 90% em média. Outro ponto positivo desta tecnologia é a valorização do imóvel.
“Um investimento em painéis solares gera valor agregado ao negócio, pois a própria economia na conta de luz será notada, sem falar na preocupação que as pessoas têm com a preservação do meio ambiente”, ressalta o empresário.
Segundo ele, a manutenção do investimento é básica. “Os cuidados se referem à limpeza das placas, pois quanto mais limpas, maior a passagem da luz. Ela deve ocorrer no mínimo uma vez ao ano. Em locais mais poluídos e de maior movimento, a limpeza deve ser feita a cada 6 meses. Água e sabão neutro são suficientes”.
A Martinelli Energia Solar oferece a possibilidade de financiamento próprio através da BV Financeira ou pelo banco do cliente.
Larissa Nakao - Comunicação
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